segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Procura-se um Exportador Social


Um exportador social é um profissional que vai além das redes on line. Ele se expande ao dia a dia e pode estar presente em qualquer lugar, até mesmo na espera angustiante do dentista. O iPod é prova disso. Os fones de ouvido brancos ajudam as pessoas a se conectarem com amantes de músicas em qualquer lugar, bastam avistar o foninho.
-....é iPod? Eu tenho oito mega de sons ...
Você está oferecendo um produto ou serviço que ajuda as pessoas a se relacionarem e criarem laços de amizades por compartilharem experiências?
O capitalista social que usa a ferramenta web 2.0 e consegue exportar o relacionamento para o barzinho da esquina ou com aquele tiozinho que nunca nem sequer passou na frente de um computador (apesar de eu achar isso quase impossível), pode-se considerar um capitalista social de sucesso.
Pode até parecer cômico, mas eu tenho um colega careca no estilo Lex Luthor. Uma vez estávamos sentados tomando um café e batendo papo quando outro careca no mesmo “estilo” passou e deu com a cabeça e ambos se cumprimentaram. Eu achei engraçado e perguntei:
- Conhece esse fulano?
- Nunca vi na vida!
Tempos mais tarde e outras experiências, acabei entendendo que os carecas com perda de cabelos na mesma área do couro cabeludo se cumprimentam como uma espécie de comunidade. Essa relação é muito especial, pois eles se identificam com a mesma situação em que vivem.
Catalisar as conexões sociais em qualquer lugar, situação ou causa pode ser muito vantajosa para qualquer organização. Se você tiver uma história atraente ela reforça a positividade de suas experiências.
As pessoas são inteligentes e agregar valor a ela é muito legal. Se você tiver uma informação que pareça imbecil à primeira vista, acredite, ela pode ser interessante a outra pessoa. Oferecer a oportunidade para as pessoas passarem à frente da outras torna a informação cada vez mais valiosa na medida em que é passada para frente. Com certeza você já ouviu falar no “aumento mas não invento” de um tal apresentador de TV ( fútil no meu ponto de vista)... ele transforma uma informação idiota em algo que as pessoas comentam...por isso faz sucesso...em algumas classes sociais....como disse, sempre vai existir alguém que ache interessante uma informação desinteressante....
Se você conseguir conectar as pessoas umas as outras por meio da partilha social seja ela on ou off, você irá fazer uma pescaria de novas oportunidades e aumentar a sua experiência social. Não se prenda apenas ao meio on line. Exporte-se!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O que define um bom profissional?


Quando comecei as aventuras com o Coreldraw(*1) em meados da versão 7 rodando no Windows 95, confesso que nunca almejei conseguir um emprego nesse meio. Mas aconteceu.
Um amigo indicou e logo fui eu para a entrevista. A recepcionista apresentou ao telefone: “O rapazinho do computador está aqui na recepção". Eu achei o máximo! Uau, agora eu tinha um título "tá pensando o quê". Decepcionei-me quando no crachá me intitularam como Operador de Computador. Nada contra os operadores de computador, mas o que aconteceu com o rapaz descolado? Demorou um pouco para entender que eu era só mais um simples colaborador em uma organização imensa.
Muitos outros crachás vieram de lá pra cá.
Hoje, com mais de seis anos após pegar meu canudo, ainda tento entender a complexidade do relacionamento empresa versus pessoas. Digo isso no ponto de vista do consumidor. As organizações repetem os fatos do nosso cotidiano. Eu não gosto da minha vizinha bisbilhoteira, mas todo dia ao sair para o trabalho, eu a cumprimento com um belo sorriso. O mesmo acontece nas organizações. Tem sempre um subordinado que teima em não realizar sua tarefa com qualidade, mesmo que isso comprometa todo o processo pelo qual a sua "cabeça está a prêmio"... E no churrasco de fim de ano vem aquele abraço gentil e apertado. Parece que tudo se resolveu em apenas um belo sorriso. E quer saber? Se não resolve, pelo menos ajuda.
O que define um bom profissional não é o crachá ou o seu belo cartão de vista com verniz brilhante. É a capacidade de entender qual é a sua função e executá-la com precisão. Pronto. Direto e reto. Se eu o convido para uma carona, eu tenho que garantir que meu carro esteja em condições mínimas para lhe assegurar um bom retorno. Eu me comprometi com você a dirigir e não preciso exibir meus dotes culinários para cumprir minha missão. E você ficou satisfeito com isso. Talvez numa próxima oportunidade em um jantar quem sabe...
Como o corporativismo imita a vida, as empresas devem cumprir seu compromisso pelo qual se comprometeram. Se eu vendo linha telefônica de celular, tenho que garantir que ela funcione.
E tenho que garantir que meu carona possa me dizer que os bancos do meu carro são péssimos. Isso faz parte do processo, afinal eu o convenci a vir comigo. O relacionamento empresa versus cliente começa muito antes da venda. Começa no convencimento que realmente seu produto cumpre o que promete. E o que você promete, ou sua organização promete, se faz cumprir?
Quando eu abandonei minha promissora carreira de diretor de arte para me "meter" a implementar o relacionamento web 2.0 para qualquer pessoa, seja ela física ou jurídica, o que me motivou foi a carência das pessoas em entender que uma simples carona bem sucedida pode mudar muitos conceitos. Eu ofereci um bom relacionamento cumprindo o que prometi do começo ao fim e "fim de papo".
Conclusão: não importa se você é grande ou pequeno, se tem mil funcionários ou se é apenas o rapazinho do computador, cumpra o que prometeu do começo ao fim e terá muitos amigos querendo sua carona.
(1*) - Coreldraw é um software de design gráfico que hoje está na versão 15.
Fonte: Texto enviado por Eduardo P. Laghi Jr. - www.elaghi.com

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Web 2.0 - Edu que raio é isso?


Sempre que falo de web 2.0, meus clientes me perguntam: Edu, que raio é isso? Acredito que em mais de 8 anos de experiência acompanhando a evolução da internet, a pergunta certa a ser fazer seria:

O que faz o seu cliente se sentir valorizado e importante?

Responder uma pergunta com outra não é lá muito conclusivo, mas ela nos convida a reflexão. Entender o que pensa seu cliente e o que o satisfaz tornou-se primordial. Não é você que vai dizer se sua companhia é confiável, são os consumidores. A empresa deve convidar o cliente para uma conversa, e tenha certeza, eles querem falar como você.

Sua empresa ofereceu uma ótima experiência para um determinado cliente. Esse por sua vez, publica ótimos comentários em seu blog. Muitos usuários desse veículo interagem entre si sobre a discussão apresentada.
Isso é web 2.0. Você monitora essas informações mapeando-as e as promove novamente criando um círculo de confiança.

Se a experiência for agradável para um consumidor, ele disseminará na rede sua satisfação sobre essa boa experiência, no entanto, se a mesma experiência não for agradável, a marca poderá ter sua imagem prejudicada para sempre.


A grande oportunidade que se promove na web 2.0 gratuitamente é a informação viral. O mundo virtual influência diretamente o comportamento da vida real.

Processo de investigação
A web 2.0 oferece condições ideais para se realizar investigações sobre qualquer assunto por meio da internet.
Diferente de uma pesquisa convencional, ela não condiciona o consumidor a optar por respostas fechadas. O cliente não precisa responder nada, ele apenas fala o que pensa sobre você. O processo investigatório dá-se através de técnicas apropriadas com o objetivo único de se obter informações que venham orientar a alta gerência a tomar decisões fundamentadas.

O Objetivo da elaghi.com é oferecer condições para que as organizações possam usufruir de técnicas de investigação através do seu relacionamento interativo alcançando seu ponto de credibilidade ideal.

Para se ter sucesso num mundo em que os consumidores agora controlam a informação, as empresas precisam alcançar sua credibilidade tornando o cliente o seu maior propagador.